Cosplay ♥

Mais que um hobby, um estilo de vida!

Cosplayers

Taya de Rin, Priscilla de Luka, Natalia de Miku, eu de Len e Bruno de Kaito ~ de Vocaloid Synchronicity

Costume Player! Literalmente, fantasia de brincar. Há muito tempo atrás eram poucos os que sabiam o significado de fazer cosplay. A ideia de se fantasiar para ficar igual a um personagem de anime e mangá parecia puro exotismo. Mas isso ficou lá no passado já que estimativas informais feitas pela internet, e em eventos do gênero, diz que os cosplayers (como são chamadas as pessoas que fazem cosplay) já são mais numerosos no Brasil que os jogadores profissionais de futebol.

Fora do Brasil essa mania já é bem antiga, mas em território nacional começou por meados de 1997, ainda sem fazer barulho. Mas, atualmente, o hobby já tem uma visibilidade tremenda! Tanto que já existem muitas lojas especializadas em criar e vender esses trajes, além de perucas, lentes e até mesmo acessórios importados.

Vocês acham que vida de cosplayer é mole? Na-na-ni-na-não! É um hobby caro e exigente de muita dedicação porque, além de se fantasiar, é necessário atuar. E o negócio é tão sério que nos encontros há concursos que elegem as melhores roupas e também as interpretações mais fiéis.

Mas fazer cosplay não se prende só aos animes e mangás. Hoje é muito fácil você ver cosplays de filmes, séries e até mesmo de histórias em quadrinhos como da Marvel.

Eu mesma sou cosplayer e tenho muito orgulho do que faço. Faz parte da minha vida e de quem eu sou. Afinal, quem disse que crescer é sinônimo de parar de brincar? O cosplay é a evolução da brincadeira de faz-de-conta.

Anime e Mangá

Você sabe o que é isso!?

Garota lendo um mangá

Um mangá nada mais é que o nome dado às histórias em quadrinhos de origem japonesa. Essa palavra surgiu da junção de outros dois vocábulos: man, que significa involuntário, e gá, que significa imagem.

Os mangás são bem diferentes dos quadrinhos ocidentais, não só pela sua origem, mas também pela sua representação gráfica. Para começar, o alfabeto japonês se compõe de ideogramas que não só representam sons, mas também ideias. Assim, em um mangá, o texto em geral, mas principalmente as onomatopéias, fazem parte da arte. Sem contar que a ordem de leitura dos mangás também é diferente: se ler da direita para a esquerda e de trás pra frente.

Os mangakás, que é como se chamam os autores de mangás, também possuem uma certa liberdade para fazer a sua arte do jeito que quiserem. Tanto que é comum encontrar um mangá com mais de 200 páginas, várias delas apenas com imagens, sem diálogo, e também com uma única imagem estourando, sem quadrinho nenhum.

Além disso, os mangás são feitos completamente em preto-e-branco e em papel jornal, o que o torna mais barato e faz com que ele seja consumido por todo tipo de pessoa no Japão, desde crianças, estudantes, donas-de-casa e até executivos.

Agora vamos falar um pouquinho dos animes!

Anime é o nome dado à animação dos mangás. A palavra Anime tem significados diferentes para os japoneses e para os ocidentais. Pra eles, anime é tudo o que seja desenho animado, seja ele estrangeiro ou nacional. Pra gente, anime é todo o desenho animado que venha do Japão.

Com a ocupação dos Estados Unidos no fim da Segunda Guerra Mundial, muitos artistas japoneses tiveram contato com a cultura ocidental e, influenciados pela cultura pop norte americana, desenhistas em início de carreira começaram a conhecer os quadrinhos e desenhos animados na sua forma moderna. Havia negociantes que contrabandeavam rolos de filmes americanos, desenhos da Disney entre outros.

Curioso, não?!

Enfim, esses são apenas alguns pontos a respeito do mangá e do anime. Esses que possuem a capacidade de encantar pessoas do mundo todo. Ler um mangá e assistir um anime é uma experiência única. É mergulhar em um mundo próprio. Cheio de ação, emoção, heróis, criaturas mágicas e, é claro, muita diversão.

Trilha Sonora também conta história

Assistindo um filme com os ouvidos!

Trilha sonora

Primeiro, vamos fazer um teste. O que vem a sua cabeça quando começa a ouvir “My Heart Will Go On” da Céline Dion? Que atire a primeira pedra quem não pensou em “Titanic” e visualizou a trágica história de amor de Jack e Rose. E quanto aquela Marcha Imperial do Darth Vader? Mesmo que a pessoa nunca tenha assistido “Star Wars”, ela com certeza já escutou essa trilha em algum lugar e conseguiu reconhecer que ela pertence a renomada série. Isso é assistir um filme com os ouvidos.

O conceito de trilha sonora diz o seguinte:

“Uma trilha sonora, conhecida em inglês como soundtrack é, tecnicamente falando, “todo o conjunto sonoro de um filme, incluindo além da música, os efeitos sonoros e os diálogos.” Isso também inclui peças de um programa de televisão ou de jogos eletrônicos. Pode incluir música original, criada de propósito para o filme, ou outras peças musicais, canções e excertos de obras musicais anteriores ao filme. A definição de “trilha sonora” se expandiu na década de 1990, com coletâneas do tipo “Music Inspired By”. Alguns exemplos bem sucedidos dessa tendência foram as trilhas de “O Corvo” (nos Estados Unidos) e “Trainspotting” (no Reino Unido).”[1]

A trilha sonora colabora para embalar o espectador no ritmo que o filme está propondo. Uma música leve e doce para uma cena de namoro, uma música tensa para uma cena de terror. Mas, às vezes, a música tem a função de anunciar algo a mais na cena, algo que ainda não está sendo visto, mas, se tiver ganhando atenção, será notado.

“Isso não quer dizer que seja função da música redundar a informação dada, reiterando-a apenas. A música não serve apenas para aumentar a sensação de movimento de uma perseguição, por exemplo, ou enfatizar o romantismo de um diálogo amoroso. Ela pode ser usada como contraponto às outras linguagens do filme. O diálogo amoroso pode ser acompanhado por uma música que provoque a sensação de incômodo no espectador, revelando algo que não é dito, ou mostrado na ação filmada, revelando outros aspectos dessa ação, como voz de um narrador oculto, que não se manifesta objetivamente na ação. No exemplo citado, pode revelar, que o amante é, na verdade, o vilão da história e que isso não foi ainda percebido pela personagem feminina que com ele dialoga apaixonadamente.”[2]

E, além da música, os sons que acontecem em meio a cena também são importantes para contar a história, sendo que eles podem ser reproduzidos por um sonoplasta ou por um Foley, que utiliza uma técnica para o som ser bem mais real.

“O Foley é um processo específico para cinema. Jack Foley inovou ao interpretar literalmente o som. Sua ação é muito mais específica que a de um sonoplasta ou contrarregra. Um exemplo é o filme Psicose, para a qual o foley teve que esfaquear diversas frutas e sete tipos diferentes de melão para achar o som apropriado para a cena da banheira. Um foley utiliza também a mímica. Enquanto um sonoplasta pega qualquer sapato e bate sobre uma mesa, o foley interpreta vendo as imagens do filme, no mesmo ritmo, com o mesmo tipo de sapato. Os sons produzidos pelos foleys são mais vastos e muito mais específicos que os que produz um sonoplasta.” [3]

Som e imagem caminham lado a lado e a importância de uma trilha sonora bem escolhida vai muito além do que podemos imaginar. Uma trilha bem montada faz o filme ganhar mais vida e se fixar na mente do espectador. Usaremos um exemplo já dito anteriormente, o filme Psicose. Se esse clássico de Hitchcock não tivesse oferecido uma trilha tão marcante e única no momento do assassinato, será que teria feito esse sucesso todo? Se o silêncio tivesse sido colocado desde o começo da cena ela teria surtido o mesmo efeito?

“A trilha sonora é aquela dimensão do filme que aciona uma certa densidade afetiva na cena que você está vendo. Ela agrega um sentido emocional mais intenso do que a mesma cena sem a música.”[4]

A combinação da música enquanto a moça era esfaqueada mais o silêncio que se fez presente quando ela já estava caída no chão foi proposital e inovador para a época. Apenas o barulho do chuveiro no momento seguinte foi o suficiente para a tensão de quem assiste continuar no ritmo que o filme desejava.

A trilha sonora tem quase que a obrigação de mexer com o emocional de quem está assistindo. E, muitas das vezes, ela nos prepara para determinada cena que veremos. E digo “preparar” porque nosso cérebro faz ligações com outras cenas já presenciadas em outros filmes e, assim, ele nos avisa do que possivelmente acontecerá. De um possível susto a algo que pode nos fazer chorar ou nos irritar.

A mesma cena pode mudar o seu significado de acordo com o sonoro que ela nos passa. Como se fosse um “Efeito de Kulechov”, sendo que referente ao som. Imagine uma criança lendo um livro com uma música alegre de fundo, dá a entender que ela está lendo algo divertido. Agora, coloque essa mesma cena com uma música tensa e de suspense, nosso cérebro pode nos avisar que possivelmente a menina está vendo algo ruim ou que algo acontecerá com ela. Nossos sentidos mudam mediante ao que escutamos, antes mesmo do que podemos ver. [5]

“Ao longo de sua história, os compositores de trilhas musicais desenvolveram diversas técnicas para conduzir a associação entre música e imagens/dramaturgia/narrativa. A mais conhecida delas é a técnica de leitmotiv, palavra alemã que pode ser traduzida por “motivo condutor”. O termo não surgiu no cinema, vem do contexto da ópera, mais especificamente da ópera wagneriana. Trata-se de um motivo temático musical que se liga a um determinado elemento do drama, ou da narrativa, no caso do cinema, e que é usado de maneira recorrente ao longo do filme. Esse tema se transforma em cada uma de suas entradas, acompanhando a situação em que é apresentado. Um tema de personagem, por exemplo, pode ser transformado para revelar o estado emocional dessa personagem em cada um dos momentos do filme. Leitmotivs famosos permanecem como ícones do filme nas mentes dos espectadores e, quando ouvidos, remetem imediatamente ao filme. Alguns exemplos famosos são o “Tema de Tara”, de Max Steiner, em “E o vento levou” ; a “Raider´s March”, tema de “Indiana Jones”, de John Williams; ou o famoso tema de “Tubarão”, também de Wiiliams, que literalmente substitui o tubarão, que poucas vezes é visto no filme.”[6]

E como falar sobre trilha sonora sem cita-las?

Gerações já se emocionaram e gerações ainda vão se emocionar com “Over The Rainbow“, interpretada primeiramente por Judy Garland em “O Mágico de Oz” e, em seguida, por vários outros artistas. A música é tão famosa que já recebeu até uma versão brasileira gravada por Luiza Possi com o título de “Além do Arco-Íris”.

Mais um exemplo de trilha, mais recente mas não menos inesquecível, é a impecável “Hedwig’s Theme” criada por John Williams. Apesar de série já ter finalizado, muitos fãs ainda se emocionam ao ouvi-la. Não precisa ser fã de “Harry Potter” para perceber o quão perfeito é cada arranjo da trilha.

Quem nunca se pegou cantando “And I will always love you” do tema de “O Guarda-Costas”? Whitney Houston eternizou o filme, mais com a sua canção, do que com a sua atuação.

Ghostbusters!” tema de “Os Caça-Fantasmas” ficou tão famosa quanto o filme. Foi um sucesso enorme nos anos 80 e rendeu bastante lucro para Ray Parker Jr. É fácil lembrar dos quatro malucos com aquele carro velho correndo atrás de fantasmas e monstros, enquanto se diverte com o ritmo divertido da canção.

E como não citar uma trilha que te faz arrepiar? A franquia “Jogos Mortais” conseguiu reinventar o gênero thriller policial e fazer mais uma trilha sonora ser eternizada. É fácil alguém brincar fazendo a voz de Jigsaw murmurando seu “Game Over” ao escutar a melodia sinistra.

E ainda é fácil citar outros títulos como, “Dirty Dancing”, “Grease”, “Footloose”, “007”, “Moulin Rouge”, “Armageddon”, “Rocky”… a lista é enorme. Mas, com certeza, só de ouvir o nome desses títulos, você é capaz de se lembrar da trilha de um por um.

A música atua em nosso subconsciente, induzindo nossas emoções a participar daquela cena antes mesmo de percebermos. Não é à toa que os muitos filmes jogam para a sua trilha sonora uma boa parte do peso de criar a atmosfera emotiva desejável na qual o espectador deverá passar. Esse papel significativo da música, de arrancar aquela emoção lá de dentro e trazê-la para fora, é o que torna muitas cenas e filmes inesquecíveis.


[6] CARRASCO, Ney.
Disponível em: < http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=54&id=689>
Acesso em: 06 de abril de 2013.


[5] Exemplo de vídeo:
Intro to Film Scoring: Same Scene 5 Ways
< http://www.youtube.com/watch?v=ktKcnDfWs2c>
Acesso em: 06 de abril de 2013.


[4] TROTTA, Felipe. Vídeo “Importância da Trilha Sonora no Cinema”.
Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=i1Whz_JkYLw>.
Acesso em: 06 de abril de 2013.


[3] SCUCATO, André.
Captação de Recursos Eletrônicos para Som.
CCAA Editora. Unidade 14, pág. 136.


[2] CARRASCO, Ney.
Disponível em: < http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=54&id=689>
Acesso em: 06 de abril de 2013.


[1] Banda Sonora. Disponível em: < http://pt.wikipedia.org/wiki/Banda_sonora>.
Acesso em: 06 de abril de 2013.

Operadoras LIXO!

Sem tirar e nem por, todas são iguais.

Celular tristinho, tadinho.

Uma coisa que me estressa muito são essas operadoras de celular que não ajudam e ainda atrapalham. Já experimentei praticamente todas disponíveis em território nacional e nenhuma me proporcionou um atendimento considerado bom. Isso é sério.

Sinal inexistente, engolidora compulsiva de crédito (até mesmo quando você nem está usando), cortadora de ligação, entre outras maravilhas. Será que é realmente complicado oferecer um serviço de qualidade para os consumidores? Elas gastam tanto com propagandas belas de trêm azul, crianças cumprimentado, cenários paradisíacos e pessoas famosas.

PRA QUÊ?

Não seria melhor investir esse dinheiro todo em serviço bom de verdade? Sei que parece pensamento sonhador de minha parte, que isso é difícil de acontecer, mas será mesmo impossível?

Me pergunto se os próprios donos dessas empresas aturam e utilizam o próprio serviço. Eu duvido muito. Afinal, por que um cara rico vai ficar aguentando uma operadora, que foi feita para pessoas de renda menor que a dele gastarem cada centavo, que o próprio tem noção que é ruim e que não vale a pena?

Sem falar no atendimento patético que é oferecido quando o consumidor tenta ligar para resolver os problemas, não é? Quem nunca ficou gastando minutos, ou horas da vida, ouvindo aquela voz eletrônica chata e nada de um atendente chegar? Conseguir um atendente é a mesma coisa que jogar bingo: tem que ter sorte. E quando você finalmente tem essa sorte, se depara com uma pessoa despreparada e que acaba não ajudando em nada na situação que você queria resolver. Parece até piada.

Até quando o Brasil vai ter atendimento e serviço ruim em tudo? Seja na educação, na saúde e até mesmo quando o assunto é operadora de celular!?

Será que nos outros países a situação é igual?

Mas o que podemos fazer? O jeitinho brasileiro sempre deixa as coisas por assim mesmo. Mas até quando?

Por isso que meu celular constantemente é Pai de Santo. Só recebe.

Porque, meu dinheiro, eu já cansei de gastar com isso.

[Curta] Nada de Nós

Roberta e Claudio namoram há 2 anos, mas esse romance já se desgastou. Os dois brigam durante todo o tempo devido as suas diferenças de gostos e costumes, por isso, decidem terminar. Priscilla, amiga de Roberta, não gosta da ideia e decide intervir nisso de um jeito prático: trancar os dois dentro de uma sala para que eles resolvam isso de uma vez por todas.

Top 10 clipes que poderiam ser filmes

Clipes que acabam enganando seus olhos e aparentam ser verdadeiros filmes.

Aqui seleciono alguns que possuem história de sobra para virarem um longa.

10. Smile – Lily Allen

Smile – Lily Allen

Existe algo pior que mulher ferida e traída? NÃO!
E Lily faz questão de ensinar como se faz a vingança perfeita.

Entre destruir tudo do cara, contratar brutamontes para assalta-lo, e surra-lo, acabar com o trabalho dele e lhe dá laxante, a cantora se diverte degusta do momento como se fosse o prato mais saboroso do mundo.

Seria um bom filme de sessão da tarde, com um nome tipo “Vai se arrepender de ter me conhecido” ou “Acabando com a sua vida”.

Isso é para aprender a não ferir o coração de uma garota.

Assista aqui: http://www.youtube.com/watch?v=0WxDrVUrSvI

09. Crazy – Aerosmith

Crazy – Aerosmith

Neste clipe acompanhamos Liv Tyler e Alicia Silverstone em suas loucuras de garotas perdidas no mundo.

Renderia um bom filme de comédia bobinha, típico de garotas que simplesmente colocam o pé na estrada e deixam a vida levar para onde quiser. Com direito a caras babando e tiração de onda.

Steven Tyler que segure a sua filha!

Assista aqui: http://www.youtube.com/watch?v=NMNgbISmF4I

08. By The Way – Red Hot Chili Peppers

By The Way ▬ Red Hot Chili Peppers

Você é um cantor famoso e está de boa na lagoa dentro de um táxi. O problema é que o motorista é um fã maluco-obcecado e resolve te sequestrar. E agora, o que fazer?

Anthony Kiedis entra em pânico e tenta contanto com seus amigos de banda de qualquer forma. A partir daí, uma perseguição começa, com direito ao vocal do Red Hot quebrar a janela no táxi e saltar de um veículo para o outro e conseguir escapar das garras do fã doido. Final feliz? Acho que não, já que o próximo cliente é justamente Chad Smith, o baterista da banda.

Assista aqui: http://www.youtube.com/watch?v=JnfyjwChuNU

07. My Girl – Arashi

My Girl - ArashiNeste clipe, a banda japonesa interpreta cinco irmãos. Os meninos perderam a mãe recentemente e resolvem se mudar para a casa do pai, acreditando que isso pode amenizar a dor da perda.

Durante a mudança, eles redescobrem coisas esquecidas nos armário e gavetas e lembranças voltam as suas memórias. Em meio a arrumação, um dos irmãos está saudoso vendo um álbum de família e ali dentro descobre uma carta da mãe. Nela está escrito que os filhos continuem juntos e que não abandonem a casa, o espaço deles. Atendendo o último pedido da mãe, eles revolvem ficar.

Um clipe fofo que o grupo Arashi conseguiu tirar de letra.

Assista aqui: http://www.metacafe.com/watch/10584271/arashi_my_girl_pv/

06. Stand By Me – Oasis

Stand By Me - Oasis

Nesse clipe, a extinta banda chega nos fazendo pensar a respeito do “Me apoie, ninguém sabe de que jeito vai ser”. E diz, repetidas vezes: “Qual é o problema com você?”, afinal, por que as pessoas só se preocupam umas com as outras quando estas podem estar em perigo? Isto é, quando se preocupam.

Começamos com casos isolados, de pessoas que não se conhecem. A primeira vista, pensamos que tudo está um verdadeiro caos e que nada de bom acontece. Mas, aos poucos, a situação vai se revelando e conseguimos ver que as histórias se cruzam e que nem tudo é o que parece ser.

Vale muito a pena conferir.

Assista aqui: http://www.youtube.com/watch?v=maTP315XZCQ

05. Na Sua Estante – Pitty

Na Sua Estante - Pitty

Uma animação muito bonitinha, mas também muito triste.

Neste clipe conhecemos o homem de lata que possui um coração. Ele vive uma das piores sensações existentes: amar e não ser amado, além de estar na friendzone.  O coitado fica vendo sua amada toda caidinha por um babaca e se cansa daquele coração.

Arrasado, ele resolve acabar com a sua vida e é levado para o ferro velho/fábrica que reaproveita ferro/sei lá o que. Ali ele se transforma em uma bicicleta e, adivinha? A cega lá do começo o compra. Mesmo dessa forma, o que restou do homem de lata se sente feliz e seu coração voltar a ter cor, mesmo fora dele.

Assista aqui: http://www.youtube.com/watch?v=DP3j6hgS4VY

04. The Ghost Of  You – My Chemical Romance

The Ghost Of  You - My Chermical Romance

Este é praticamente uma super produção. Com direito a cenas de Guerra.

De uma festa de despedida tranquila, somos levados até uma praia onde a batalha aguarda Gerard Way e companhia, no clipe “The Ghost Of You” da extinta My Chemical Romance. Considero o figurino, a maquiagem e a fotografia utilizada neste, impecáveis. Em apenas 3:26 conseguimos sentir todo o drama necessário para ter o coração apertado enquanto os garotos batalham por suas vidas.

Assista aqui: http://www.youtube.com/watch?v=uCUpvTMis-Y

03. Wake Me Up When September Ends – Green Day

Wake Me Up When September Ends - Green Day

Esse é um verdadeiro curta, que poderia virar um longa num piscar de olhos. “Wake Me Up When September Ends” não possui só um nome grande, com 7:13 de duração, o clipe te prende do começo ao fim e te deixa com aquela sensação de “e agora?”.

Temos um casal apaixonado, muito fofinho e salpicados de açúcar. Acompanhamos as dificuldades deles e, depois disso, a tristeza de serem separados. Ele vai para a guerra, ela fica sozinha e o final? É a história do “Eu nunca vou te deixar” que acaba ficando balançada.

Aqui o cenário da guerra é bem mais produzido que o do My Chemical e compensa a simplicidade das cenas da menina.

É incrível. Terceiro lugar para Billy Joe e amigos.

Assista aqui: http://www.youtube.com/watch?v=NU9JoFKlaZ0

02. Thriller – Michael Jackson

Thriller - Michael Jackson

Para muitas pessoas Thriller é um filme. O filme de terror mais adorado e dançado desde 1982. Foi inovador. Michael foi o primeiro a arriscar na fórmula “superprodução” para um vídeo clipe e não fez um negócio ruim.

Nele temos o rapaz e a senhorita. O que era para ser um encontro romântico como um outro qualquer, acaba se transformando na noite mais assustadora de todas. Isso porque Michael nada mais é que um zumbi e cheio de amigos zumbis. E, pasmem, todos são zumbis dançarinos!

Com a coreografia mais imitada dos últimos tempos, aqui fica registrado o clássico.

Assista aqui: http://www.youtube.com/watch?v=sOnqjkJTMaA

01. Savin’ Me – Nickelback

Savin’ Me - Nickelback

Saber quando uma pessoa estar prestes a morrer, devido uma contagem regressiva que aparece acima de sua cabeça. Neste clima que entramos no clipe “Savin’ Me” do Nickelback.

O personagem central dessa história é salvo por um estranho no começo do clipe e começa a ter esse “dom”, que passa de uma pessoa para outra, assim que ela salva alguém. Somente quando ele faz o seu papel é liberado do poder que, francamente, não é nada agradável.  Imagina só você saber quanto tempo resta de vida das pessoas que você ama?! Eu prefiro não saber!

A música possui uma melodia e letra que eu considero magníficas, a história é sem igual. Eu sou dessas que gostaria MUITO de transforma-la num longa… Quem sabe no futuro?

Medalha de ouro para eles.

Assista aquihttp://www.youtube.com/watch?v=_JQiEs32SqQ

Lógico que muitos outros clipes mereciam estar registrados aqui e a lista seria imensa!
Como seria esse seu TOP 10?

Até o próximo!

Coisas inacreditáveis que aconteceram comigo

Garota digitando, chateada.

Sempre tem aquela situação realmente doida que acaba acontecendo justamente com você e que ninguém acaba acreditando…

E você vai e se pergunta: Por que logo comigo, Deus Pai? Why? WHY?

Sou expert nesse tipo de coisa, de verdade. Parece que o cara lá de cima disse “Desce e não seja normal”. Vou listar pelo menos 10 situações realmente tensas que já me ocorreram:

Primeira: Já fui atropelada e sai só com um arranhão no braço e os joelhos ralados. Sim. O motorista freou ~quase~ a tempo mas conseguiu me pegar com a borda do carro. Eu fui jogada longe, mas saí ilesa. Mas isso não quer dizer que não houve pânico e que meus pai não foram correndo loucamente comigo para um hospital. Mas, é. Sobrevivi.

Segunda: Ficar presa no elevador.
Isso aconteceu ano passado e foi realmente engraçado. Eu não sabia se ria ou se falava direito com o tio da emergência (sorte que esse elevador tinha aquele botãozinho). Aconteceu na faculdade e foi justamente quando eu estava sozinha.

Terceira: Ficar presa na cabine do banheiro.
Essa foi super recente. Estava de boa lá e quando terminei… Legal, a porta não abre! Joinha! A minha sorte é que uma amiga estava comigo no banheiro (Oi, Pri!) e chamou alguém para abrir aquela porta filha da mãe. Eu, sozinha, tentei, tentei, puxei, empurrei, fiz de tudo e nada de abrir. A moça de secretaria (foi na faculdade também) tentou abrir e… nada. O problema só se resolveu quando um dos zeladores usou uma chave de fenda para abrir aquele trinco maldito, que acabou quebrando. Inclusive essa minha amiga já tinha ficado presa nessa mesma cabine, e depois ficamos sabendo que o histórico da cabine do terror prendendo moças apertadas é longo. Bom, agora que quebrou, o reinado de maldades de cabine chegou ao fim.

Quarta: Confundir uma escova de cachorro com um alho no mercado e, em seguida, o mesmo fechar.
É. Eu estava no mercado à procura de alho e não achava de jeito nenhum. Até que vi umas coisas ao longe que pareciam e comecei a berrar para as duas amigas que estavam comigo (Oi, Kotoko e Martinha!): “Ali, o alho! Ali o alho!”. Até aí, beleza. Sendo que um dos caras do mercado disse: “Menina, o alho fica naquele corredor ali”. Ele me olhou de um jeito estanho. Fui conferir o que era aquilo que eu tinha confundido, e vi que era nada mais, nada menos que escovas de cachorro. Como eu consegui essa proeza? Sendo míope. Desculpa, sociedade.
Depois fiquei sabendo que o mercado tinha fechado as portas e minhas amigas me acusaram, dizendo que eu era a culpada. Eu? Ora essa… a culpa não é minha se as pessoas não conseguiam encontrar aquilo que precisavam por lá. Ou que o lugar tinha um poder incrível de ilusão de ótica em seus produtos.

Quinta: Ser confundida com a Bruna Marquezine.
Esse é o pior de todos. Gente, eu não tenho NADA a ver com a menina, pelo amor de Deus. Ok, foi uma velhinha que pensou que eu era ela, mas, ainda assim.
Isso aconteceu há uns 5 anos atrás e até hoje eu tento entender o que a senhora viu de semelhança entre eu e aquela atriz.

Sexta: Dormir no metrô e ser acordada pelo guarda na última estação.
Eu estava cansada e atrasada para o meu estágio. Sem falar no sono potente que me contagiava. Encostei no cantinho perto da janela e mandei brasa. O problema é que dormir demais e, né. O lado bom é que meu chefe nem brigou comigo pelo atraso, o que prova que nem tudo é ruim nessa vida.

Sétima: O moleque que vende bala no trêm ficar arroizando.
Sim, ele estava dando em cima de mim. Primeiro ficou puxando assunto devido o mangá que eu estava lendo (Naruto) e depois ficou agindo como se fosse meu amigo há, tipo, décadas. Sentou do meu lado e tudo. Pois é, meu encanto é tão fatal (só que não) que até as vendas ele esqueceu de fazer. Quando ele FINALMENTE percebeu que dali nada ia sair, voltou as vendas. O lado bom é que ele me deu um pacote de TriBala de graça. Mas, gente, sério… eu sou constantemente arroizada por caras no trêm. Por isso peço, encarecidamente: Caras do trêm, parem de dar em cima de mim. Grata.

Oitava: Ser seguida na rua por um otaku.
Mais uma a ver com animangá. Eu estava em Botafogo indo para o meu estágio. De boa na lagoa e suave na nave. Sendo que eu não tinha ideia que a minha camiseta de Death Note era capaz de me transformar em uma vítima de perseguição. O moleque simplesmente me seguiu. Do metrô, até o meu estágio. SIM, FOI ASSUSTADOR. Quando eu ia entrar na empresa ele começou a gritar pra que eu parasse. Já pronta para dar um chute no meio das pernas dele e sair correndo, eu parei (só parei porque já estava na porta da empresa e ali havia segurança). O guri só disse “Sua camisa é muito maneira” e foi embora. É… Otakus.

Nona: Ter que mostrar a identidade pra qualquer coisa +18.
Tá, não é uma coisa “OMG, que diferente”, mas merece entrar na lista. Se eu quero assistir um filme, identidade. Não é nem para provar se eu ainda posso pagar meia, é para ter certeza se eu posso ver aquele filme mesmo. Para entrar em alguma boate, preciso aturar o tio medindo a minha altura e o meu rosto e, em seguida, não acreditar no que a identidade VERDADEIRA está dizendo. Apesar de ser um pingo de gente, eu já tenho mais de 20 anos. Então, chega de bullying.

Décima: Ser rolante de escadas.
Rolar escadas foi um hobby bastante comum quando eu era um pouco mais nova. Eu já tinha rolado todas as escadas que eu conhecia. Escada do meu prédio, do prédio da minha vó, de amigos, da escola na época. Não era proposital. Eu simplesmente estava descendo as escadas e, quando dava por mim, já estava lá estirada no final dela. Parecia até que era algo tão certo como respirar. A diferença é que doía tudo depois. Com o tempo eu fui aprendendo a descer escadas que nem gente e, hoje em dia, a minha porcentagem de tombos está lá para os 5%. Um grande avanço.

Agora, vai! Reclama das coisas bizarras que acontecem com você.

Maldade com Animais

Gato e cachorro dormindo

Diga não a essa barbaridade!

Existe algo pior que um ser inofensivo receber uma punição por nada ter feito?
Existe algo pior que seres humanos que se divertem maltratando ou matando bichos? Na minha opinião, bicho é quem tem uma atitude dessas.

Às vezes, fico me questionando… O que diabos está acontecendo com o Mundo?
Parece que está virando moda as pessoas adotarem um pet para simplesmente fazer maldade. E adivinha porque essa gente faz isso? Por que não há leis rigorosas quando esse é o assunto. Se para cada maltrato de um animal, seja qual for, fosse decretada prisão (e com uma pena generosa) para o indivíduo, é certeza que todos pensariam mil vezes antes de tentar algo contra eles.

Mas isso parece algo bem distante de ser realizado, tendo em vista que nem mesmo para aqueles que matam e maltratam seus semelhantes as devidas punições acontecem.

Mesmo com as incansáveis batalhas de instituições que levantam a bandeira a favor dos bichinhos, parece que a luta está apenas começando. É uma batalha que todos nós podemos nos juntar, isto é, fazendo denuncias e sendo solidários.

Ao presenciar ou ficar sabendo de alguma pessoa que faz maldades com esses seres que nem se quer conseguem se defender, não hesite em denunciar. Esse seu gesto pode estar salvando aquela vida e, quem sabe, o bichinho não consegue um lar capaz de lhe dar amor no futuro? Um pequeno gesto para você, uma grande chance para ele.

E, além disso, porque não adotar um pet carente? As instituições que recolhem animais de rua estão lotadas de cães e gatos loucos por um colo.

É certeza que a sua vida será bem melhor acompanhada de um amigo de quatro patas. Aquele que não está com você por interesse e um dos únicos capazes de ficar do seu lado até o fim.

Se você já tem um bichinho, quero saber: Já deu um abraço nele hoje?